terça-feira, 19 de maio de 2009

Relatório

Como foi me proposto no curso do Gestar II, apliquei o primeiro texto numa sexta série, na escola que eu sou a titular de Português, o texto era sobre trabalho, ao entregar o material aos meus alunos, percebi a animação de toda a sala com este texto, a discussão oral foi maravilhosa, todos os alunos, até mesmos os mais quietos, deram seu ver sobre o assunto que estava em cheque, a discussão foi satisfatoria ao meu ver, todos captaram a alma desse material. Ao entregar as atividades aos alunos, eles tiveram algumas dificuldades de compreensão, não conseguiram chegar ao ponto correto, mas outros, como era o previsto, conseguiram entender corretamente as atividades.O segundo texto do TP3 apliquei com alunos de oitava série, antes de entregar o material perguntei a eles quem costumava fazer diário e qual a necessidade de escrever o que sentiam e o que passavam ao longo do dia, muitos disseram que costumava contar seus segredos e a conversa foi surtindo o resultado desejado.Apliquei as atividades propostas do segundo texto e para finalizar a aula sobre esse texto, pedi para os discentes fazerem um diário sobre o dia que passaram, relatando suas atividades e seus sentimentos, foi muito gratificante o resultado dessa aula.
P.S.: Como esses textos propostos no curso os alunos que até então não tinham muito motivo para estudar, estão mais engajados ao longo das aulas, mostram mais interesses e isso estimula o professor a inovar nas aulas também.
Natalia- professora cursista

sábado, 16 de maio de 2009

Trabalhando os Gêneros...



Abordagem sobre Gêneros Textuais...TP3

Turminha querida do Gestar II


Turma do Municipio de Orleans
(Prof. Cesar, Prof.ªSuzana, Prof.ª Natália, Prof.ª Rose e Eu....Formadora).

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Relato de um dos Professores Cursistas em nosso 4ª encontro

Na data do dia 27/04/09, tivemos nosso 4º encontro aqui em nosso municipio, e nele pudemos observar a satisfação da maioria de nossos professores cursistas, quanto a aplicação e praticidade que o material do Gestar II fornece,tendo como base um dos relatórios apresentados neste encontro.Segundo a professora cursista o materail é fácil e prático e por isso a turma reagiu bem ao conteúdo proposto. Segue anexo seu relatório:
Conforme exingências do curso, foi realizado com alunos da 7ª série da Escola Educação Básica Martha CLaudio Machado ás atividades da aula um referente á Unidade Nove.
Antes de inicair ás atividades foi expoto verbalmente o conceito de gêneros textuais e apresentado alguns textos para que os alunos pudessem fazer comparações e consequentemente perceberem as diferenças. Além disso, às aulas pautaram-se na troca de ideias entre professor e os alunos. Levando em consideração o conhecimento prévio do educando. Em relação ao primeiro texto, classificado como página de um diário, a turma estava mais inibida, mas após leituras e reflexões, alguns alunos passaram a expor suas opiniões e os demais se encorajaram. A partir disso, iniciou-se uma ampliação na troca de relatos entre os alunos. Eles demostraram interesse no segundo texto classificado como propaganda. Percebeu-se que a maioria doa lunos conseguiu desenvolver as atividades de maneira satisfatória. Uma minoria apresentou dificuldades na resolução das mesmas pelo fato de estarem desinteressados no conteúdo, considerando-o " chato". De modo geral, pode-se considerar que esta expêriencia foi muito proveitosa e instigante, pois propiciou aos alunos a troca e a ampliação do conhecimento. Suzana Machado de Souza Carrer( Professora cusrista)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa ("Culpa da revisão! Culpa da revisão !"). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse isso tudo para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas -isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas. Se bem que não tenho o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção dos lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias pra saber quem é que manda.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Mais comédias para Ler na Escola. São Paulo: Objetiva, 2008.
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Portifólio

Portfólio Reflexivo Eletrônico como instrumento de avaliação1
O portfólio reflexivo representa um importante instrumento de avaliação e auto-avaliação da aprendizagem, podendo ser caracterizado como uma prática educacional e avaliativa decaráter emancipatório (ALARCÃO e TAVARES, 1999; SÁ-CHAVES, 2000; 2005). Conceitos como pertinência, legitimidade, metacognição, auto-regulação, regulação sistêmica e prática reflexiva remetem para a possibilidade de reflexão do processo por parte do tutor, bem como do desenvolvimento da autonomia do aluno. Além disso, no contexto de formação profissional e pessoal, o portfólio reflexivo, na medida em que possibilita a análise da realidade e da prática pedagógica no confronto com a teoria, permite que o tutor e o aluno construam um sentido para a teoria, compreendam melhor a coerência de sua ação em relação ao paradigma que a delineia, reorganizando sua intervenção na realidade. O portfólio é uma possibilidade de revelar e dar visibilidade aos processos de cada tutor, mediante avaliação e crítica pelos pares, explicitando as concepções, a prática, a auto-avaliação reflexiva e o progresso no percurso discente e docente. O registro de uma experiência de processo de avaliação participativa que envolve portfólios traz a possibilidade de análise do dispositivo pedagógico, porque a constituição do discurso pedagógico ocorre a partir de regras específicas. Para Bernstein, as regras distributivas são aquelas pelas quais o dispositivo pedagógico controla a relação entre poder, conhecimento, formas de consciência e prática no nível da produção do conhecimento. Elas marcam e distribuem quem pode transmitir o quê, a quem e sob que condições e assim tentam estabelecer limites interiores e exteriores ao discurso legítimo, ao mesmo tempo em que possibilitam a instalação de uma nova ordem (BERNSTEIN, 1996). A construção é individual por parte do tutor, mas coletiva do ponto de vista dos seus alunos, porque o processo de discussão e avaliação deve se dar de forma participativa, periodicamente, em sala de aula e no ambiente virtual durante o período do curso. Assim,
o formato eletrônico dado ao portfólio (BLOG), traduz a subjetividade, o processo metacognitivo e as possibilidades de cada tutor interagir com as novas tecnologias. Levy (In ESCOTT & POLIDORI, 2006, p. 33) “afirma que vivemos hoje em uma destas épocas limítrofes na qual toda a antiga ordem das representações e dos saberes oscila para dar lugar a imaginários, modos de conhecimento e estilos de regulação sociais ainda pouco estabilizados”. Propor a utilização das novas tecnologias e das redes de computadores como ferramenta de registro do portfólio reflexivo objetiva, sobretudo, ampliar as possibilidades de discussão, transcendendo o espaço de sala de aula e do grupo social imediatamente próximo, buscando, também, democratizar e desenvolver a aquisição de novas competências no uso de diferentes linguagens. Cabe ressaltar que o portfólio reflexivo difere de outros instrumentos como a organização de pastas onde os documentos são catalogados. Esse instrumento, diferentemente de uma simples compilação ou anotações de aula, deve trazer os registros das reflexões, relações e etapas que os tutores percorrem no processo de construção do conhecimento, sistematizando a aprendizagem e possibilitando a relação com a prática pedagógica. O tutor define o formato e os conteúdos a serem registrados, respeitando os critérios ou 1 Texto organizado por Rita de Cácia Vieira M. de Sousa, Antônio Alves de Siqueira Júnior e Dioney Moreira Gomes a partir das orientações baseadas na experiência desenvolvida na UFSC, no Curso de Pedagogia, pela Profa. PhD. Clarice Monteiro Escott, no projeto de elaboração do Portfólio Reflexivo online/off-line. Ano 2007.
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indicadores estabelecidos coletivamente, definindo seu próprio caminho de aprendizagem. O foco central da avaliação passa do controle externo para o controle interno ou autonomia, envolvendo o aluno no processo da aprendizagem e direcionando o ensino. Existem muitos formatos de portfólio. Segundo Simão (2005), podem ser destacadas sete características essenciais para utilização de um portfólio:
1) explicitação dos objetivos, de forma que os alunos tenham clareza do que necessitam e querem aprender; 2) integração entre as teorias desenvolvidas na disciplina e a ação profissional do acadêmico – relação entre teoria e prática; 3) autenticidade, já que o objetivo principal desse trabalho centra-se no estabelecimento das relações entre o que é discutido no espaço de formação e as evidências das aprendizagens individuais; 4) multiplicidade de recursos, considerando que cada tutor definirá as formas de registro e manifestação do seu processo subjetivo e cognitivo; 5) dinamismo, porque registra as mudanças e o crescimento do tutor e do aluno durante o processo, por vezes redirecionando-o; 6) autonomia e autogestão do próprio tutor, já que impõe reflexões pessoais sobre a ação educativa; e 7) ampliação dos objetivos estabelecidos para o desenvolvimento do curso, de forma a contemplar os objetivos pessoais e profissionais, além de permitir a avaliação do próprio curso.
A essas características pode-se somar a democratização do processo de planejamento e avaliação do ensino e da aprendizagem, por meio da socialização do poder e das decisões em relação ao processo de aprendizagem. Considerando que a avaliação participativa, mediante o uso de portfólios reflexivos, toma por base a responsabilidade democrática (LEITE, 2005) e a autonomia, faz-se necessário que o ambiente de aprendizagem seja planejado e encaminhado de forma a contemplar a compreensão coletiva dessa nova ordem, desde o primeiro contato com os tutores e alunos, estabelecendo um contrato claro, socializando as possibilidades advindas desse processo, das características dos instrumentos e da concepção que sustenta a prática docente e discente. A avaliação participativa proporcionada pelos portfólios reflexivos deve possibilitar a redefinição dos critérios da prática pedagógica ao longo do curso, permitindo uma visão diagnóstica do processo ensino-aprendizagem e a autogestão do tutor e do aluno, bem como a adequação das ações de ensino, aprendizagem e avaliação a partir das necessidades e possibilidades de todos os envolvidos no percurso de formação.
Objetivo Geral:
-Registrar as relações críticas, por meio da construção de portfólio, que expresse o processo de ensino e aprendizagem, com aprofundamento teórico e contextualização do conhecimento a partir de uma práxis participativa.
Competências:
-Criticidade; -Pensamento reflexivo; -Perfil investigativo; -Comprometimento com o coletivo; -Tolerância ao erro;
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-Contextualização da teoria e da prática; -Metavaliação; -Competência textual; -Competência computacional.
Critérios de Avaliação do Portfólio
O portfólio eletrônico (BLOG) é uma construção gradual, que passa por várias dimensões, que detalharemos a seguir. O resultado final, a dimensão C, é a síntese das anteriores. Assim, será atribuída apenas uma menção ao final, seguindo os critérios da UnB, considerando-se aprovado o tutor que atingir no mínimo MM. Para atingir essa menção, o portfólio será avaliado, no último encontro do curso, pelos formadores e por dois colegas a serem sorteados, que atribuirão notas de 0 a 10.
Dimensão A -Leitura/Pesquisa
Nível 1: Leu todos os textos com postura crítica, estabelecendo relações entre autores, compreendendo os conceitos /categorias. Nível 2: Leu os textos, estabelecendo parcialmente as relações entre os autores, compreendendo parcialmente os conceitos /categorias. Nível 3: Leu parcialmente os textos, não estabelecendo relações entre os autores, sem compreensão dos conceitos/categorias. Nível 4: Não realizou a leitura dos textos.
Dimensão B-Discussão
Nível 1: Refletiu e analisou todo o conteúdo, participando das discussões em grande grupo ou pequeno grupo com relatos e reflexões da teoria e da prática. Nível 2: Refletiu e analisou o conteúdo em grandes ou pequenos grupos com relatos e reflexões da teoria e da prática de forma parcial. Nível 3: Não conseguiu refletir e analisar o conteúdo e participou apenas quando solicitado. Nível 4: Não refletiu e analisou todo o conteúdo, não participou das discussões em grande grupo ou pequeno grupo com relato e reflexão da teoria e da prática.
Dimensão C -Registro/Produção
(Blog)
Nível 01-Realização das atividades propostas a partir do registro do Portfólio com responsabilidade e observação das datas estabelecidas. Clareza das idéias propostas. Articulação entre teoria e prática. Observação dos elementos textuais e metodologia (citações e autorias). Nível 2-Realização parcial das atividades propostas a partir do registro do Portfólio com responsabilidade e observação das datas estabelecidas. Dificuldade na clareza das idéias propostas, no estabelecimento de relações entre teoria e prática, e nas regras metodológicas. Nível 3-Realização de produção frágil em relação aos critérios definidos nos níveis 1 e 2. Nível 04-Não fez o registro das atividades propostas utilizando o Portfólio.
Organização do Registro Eletrônico do Portfólio – BLOG
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O material a ser postado no BLOG deve estar organizado inicialmente em três seções temáticas: 1) Relatos da história de vida do tutor e suas implicações na formação profissional; 2) Pesquisa, reflexão e produção textual a partir dos fascículos e bibliografia recomendada ao longo do curso; e 3)Registro das experiências desenvolvidas com e pelos alunos.
A postagem das contribuições deve ser, ao menos, quinzenal, para que os formadores possam acessar o ambiente e interagir com os tutores. Para conhecerem um pouco dessa prática, visitem dois exemplos de portfólios eletrônicos já desenvolvidos: http://portfolioreflexivo.weblogger.terra.com.br/ http://daniportfolio.blog.terra.com.br/
REFERÊNCIAS:
ALARCÃO, Isabel; TAVARES, José. Portfólio docente e qualidade de ensino. I Simposium Iberoamericano de didáctica universitaris. La calidad de la docência em la Universidade de Santiago de Compostela. Dezembro de 1999.
BERSTEIN, BASIL. A estruturação do discurso pedagógico: classe, códigos e controle. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
ESCOTT, Clarice Monteiro; POLIDORI, Marlis Morosini. Portfólio Reflexivo On Line e Off Line. XIII Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. Anais. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2006.
LEITE, D. Reformas Universitárias. Avaliação institucional participativa. Petrópolis: Vozes, 2005.
SÁ-CHAVES, Idália. "As narrativas nos portfólios: uma estratégia de desocultação para ajudar a pensar". In: Portfólios reflexivos: estratégia de formação e de supervisão. Aveiro: Universidade, 2000.
SCHENKEL, Maria Benincá. "Professor reflexivo: da teoria à prática." In: SÁ-CHAVES, Idália. (org.) Os portfólios reflexivos (também) trazem gente dentro: reflexões em torno do seu uso na humanização dos processos educativos. Portugal, Porto: Porto Editora, 2005.
SIMÃO, Ana Maria Veiga. "O portfólio como instrumento na auto-regulação da aprendizagem: uma experiência no ensino superior pós-graduado." In: SÁ-CHAVES, Idália. (org.) Os portfólios reflexivos (também) trazem gente dentro: reflexões em torno do seu uso na humanização dos processos educativos. Portugal, Porto: Porto Editora, 2005.
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terça-feira, 14 de abril de 2009